<em>Fome Zero</em> beneficia um milhão de famílias
Um milhão e setenta famílias brasileiras foram beneficiadas em 2003 pelo Programa Fome Zero. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Segurança Alimentar e Combate à Fome, Flávio Botelho, citado pela Agência Brasil, o programa distribui cerca de três mil milhões de reais pelas famílias mais carenciadas, e o objectivo do próximo ano é disponibilizar mais de cinco mil milhões para assistência a 3,6 milhões de famílias.
O Programa Fome Zero começou em Fevereiro deste ano na cidade de Guaribas, no Piauí. Do Nordeste, estendeu-se para o Norte e demais Estados onde há pessoas com baixos rendimentos. Para além da ajuda alimentar, o programa inclui ainda um conjunto de medidas visando a construção de habitações e de infra-estruturas sanitárias, o estímulo à produção agrícola e a criação de empregos.
PC russo já tem candidato
O Partido Comunista (PC) russo, reunido em congresso no fim-de-semana, escolheu Nikolai Kharitonov, de 55 anos, para candidato às eleições presidenciais de 14 de Março de 2004.
Kharitonov, deputado na câmara baixa do parlamento (Duma) desde 1993, substitui assim o líder do partido, Guennadi Ziuganov, que renunciou candidatar-se na sequência da derrota sofrida pelo partido nas últimas legislativas, marcadas por fraudes reconhecidas pelos observadores internacionais.
Nas eleições gerais do passado dia 7 de Dezembro, o PC russo obteve 12,6 por cento dos votos, menos de metade do que quatro anos antes. O grande vencedor foi a «Rússia Unida», pró-Putin, que passou a dispor de dois terços dos lugares na Duma.
Para as presidenciais, o grande favorito continua a ser o actual presidente, Vladimir Putin, que concorre a um segundo mandato de quatro anos. Com um índice de popularidade a rondar os 80 por cento, tudo aponta para que Putin seja reeleito logo na primeira volta, o que já levou à desistência de outros candidatos.
Benesses de Israel
O exército israelita anunciou na segunda-feira, em comunicado, uma série de medidas destinadas a «facilitar» as condições de vida dos palestinianos nos territórios ocupados da Cisjordânia e Faixa de Gaza. De acordo com essas medidas - reveladoras da política de punição colectiva praticada por Telavive -, os maiores de 35 anos, que sejam pais de família, podem a partir de agora, e sem limitação de número, procurar emprego em Israel. Autorizados a permanecer em território israelita ficam, por outro lado, cerca de quatro mil comerciantes palestinianos com mais de 28 anos, sendo esta medida extensível, em casos excepcionais, aos comerciantes com mais de 24 anos, caso sejam pais de família. Por outro lado, os camiões que transportam trigo passam a poder deslocar-se, nas primeiras horas do dia, às fábricas de moagem situadas no centro da faixa de Gaza.
«O exército continuará a lutar contra as organizações terroristas e fará, ao mesmo tempo, o possível para permitir aos palestinianos que não estão implicados no terrorismo viverem normalmente», afirma o comunicado.
Plano de separação
O «muro de segurança» que Israel está a construir é um «perigo» para o processo de paz no Médio Oriente, para o futuro Estado da Palestina e para a própria segurança nacional da Jordânia, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros jordano, Marwan Moasher, que esta semana se reuniu com o enviado russo para o Médio Oriente, Alexandre Kaluguin.
Segundo a agência jordana Petra, Moasher e Kaluguin analisaram o plano faseado do «roteiro» da paz, do Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, Rússia, ONU e União Europeia), numa tentativa para o seu relançamento.
O primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, anunciou entretanto ter escolhido o general Giora Eiland, chefe do Departamento de Planeamento do Estado-Maior, para dirigir uma comissão encarregada de preparar um «plano de separação» dos territórios palestinianos, na perspectiva de um falhanço do plano de paz.
O «plano de separação» implica a evacuação de colonatos judeus isolados e a anexação «de facto» de vastas zonas da Cisjordânia.
Eleições na Guatemala
Oscar Berger, da Grande Aliança Nacional, venceu no domingo a segunda volta das
eleições presidenciais da Guatemala, com 54,17 por cento dos votos.
Berger, de 57 anos, venceu o candidato da Unidade Nacional da Esperança, Alvaro Colom, e sucede na presidência a Alfonso Portillo, que o derrotara há quatro anos, apoiado pelo partido populista do antigo ditador Efrain Rios Montt, por seu turno afastado na primeira volta destas presidenciais.
O novo presidente toma posse a 14 de Janeiro próximo para um mandato, não-renovável, de quatro anos.
O Programa Fome Zero começou em Fevereiro deste ano na cidade de Guaribas, no Piauí. Do Nordeste, estendeu-se para o Norte e demais Estados onde há pessoas com baixos rendimentos. Para além da ajuda alimentar, o programa inclui ainda um conjunto de medidas visando a construção de habitações e de infra-estruturas sanitárias, o estímulo à produção agrícola e a criação de empregos.
PC russo já tem candidato
O Partido Comunista (PC) russo, reunido em congresso no fim-de-semana, escolheu Nikolai Kharitonov, de 55 anos, para candidato às eleições presidenciais de 14 de Março de 2004.
Kharitonov, deputado na câmara baixa do parlamento (Duma) desde 1993, substitui assim o líder do partido, Guennadi Ziuganov, que renunciou candidatar-se na sequência da derrota sofrida pelo partido nas últimas legislativas, marcadas por fraudes reconhecidas pelos observadores internacionais.
Nas eleições gerais do passado dia 7 de Dezembro, o PC russo obteve 12,6 por cento dos votos, menos de metade do que quatro anos antes. O grande vencedor foi a «Rússia Unida», pró-Putin, que passou a dispor de dois terços dos lugares na Duma.
Para as presidenciais, o grande favorito continua a ser o actual presidente, Vladimir Putin, que concorre a um segundo mandato de quatro anos. Com um índice de popularidade a rondar os 80 por cento, tudo aponta para que Putin seja reeleito logo na primeira volta, o que já levou à desistência de outros candidatos.
Benesses de Israel
O exército israelita anunciou na segunda-feira, em comunicado, uma série de medidas destinadas a «facilitar» as condições de vida dos palestinianos nos territórios ocupados da Cisjordânia e Faixa de Gaza. De acordo com essas medidas - reveladoras da política de punição colectiva praticada por Telavive -, os maiores de 35 anos, que sejam pais de família, podem a partir de agora, e sem limitação de número, procurar emprego em Israel. Autorizados a permanecer em território israelita ficam, por outro lado, cerca de quatro mil comerciantes palestinianos com mais de 28 anos, sendo esta medida extensível, em casos excepcionais, aos comerciantes com mais de 24 anos, caso sejam pais de família. Por outro lado, os camiões que transportam trigo passam a poder deslocar-se, nas primeiras horas do dia, às fábricas de moagem situadas no centro da faixa de Gaza.
«O exército continuará a lutar contra as organizações terroristas e fará, ao mesmo tempo, o possível para permitir aos palestinianos que não estão implicados no terrorismo viverem normalmente», afirma o comunicado.
Plano de separação
O «muro de segurança» que Israel está a construir é um «perigo» para o processo de paz no Médio Oriente, para o futuro Estado da Palestina e para a própria segurança nacional da Jordânia, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros jordano, Marwan Moasher, que esta semana se reuniu com o enviado russo para o Médio Oriente, Alexandre Kaluguin.
Segundo a agência jordana Petra, Moasher e Kaluguin analisaram o plano faseado do «roteiro» da paz, do Quarteto para o Médio Oriente (Estados Unidos, Rússia, ONU e União Europeia), numa tentativa para o seu relançamento.
O primeiro-ministro israelita, Ariel Sharon, anunciou entretanto ter escolhido o general Giora Eiland, chefe do Departamento de Planeamento do Estado-Maior, para dirigir uma comissão encarregada de preparar um «plano de separação» dos territórios palestinianos, na perspectiva de um falhanço do plano de paz.
O «plano de separação» implica a evacuação de colonatos judeus isolados e a anexação «de facto» de vastas zonas da Cisjordânia.
Eleições na Guatemala
Oscar Berger, da Grande Aliança Nacional, venceu no domingo a segunda volta das
eleições presidenciais da Guatemala, com 54,17 por cento dos votos.
Berger, de 57 anos, venceu o candidato da Unidade Nacional da Esperança, Alvaro Colom, e sucede na presidência a Alfonso Portillo, que o derrotara há quatro anos, apoiado pelo partido populista do antigo ditador Efrain Rios Montt, por seu turno afastado na primeira volta destas presidenciais.
O novo presidente toma posse a 14 de Janeiro próximo para um mandato, não-renovável, de quatro anos.